15.1.09

À ESPERA

À ESPERA


Imprudente,

Sai…

A caminho de nenhures.

Pelo Outono despida…

Aquece-se numa sombra

Enquanto espera

E desespera

Por um sinal,

De alguém…

Talvez de ninguém

Talvez do seu eco.

Presa,

Dentro de quatro paredes imaginárias

Solta uma lágrima,

Que logo inunda a sua alma.

Situação precária,

Interminável…

Descontrolável,

Situação imaginária.


Inês Mateus nº 26 12ºC

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