À ESPERA
Imprudente,
Sai…
A caminho de nenhures.
Pelo Outono despida…
Aquece-se numa sombra
Enquanto espera
E desespera
Por um sinal,
De alguém…
Talvez de ninguém
Talvez do seu eco.
Presa,
Dentro de quatro paredes imaginárias
Solta uma lágrima,
Que logo inunda a sua alma.
Situação precária,
Interminável…
Descontrolável,
Situação imaginária.
Inês Mateus nº 26 12ºC
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